DENISE DE CASTRO

DENISE DE CASTRO

FALE COMIGO

Durante longo tempo, fui uma profissional solitária, por vezes receando pelo trabalho que eu desenvolvia que, de certo modo, não fechava com as posições adotadas pelos meus pares e mestres. Incansável, estudei, pesquisei, pratiquei, experimentei; sim, experimentei em mim, no ambiente de trabalho, com grupos de alunos e pacientes disponíveis ao novo e vinculados a mim pela minha característica mais cara, o engajamento. Característica que garante minhas apostas nos caminhos e nas passagens que eu mesma abro em busca de saberes/desejos que me movem; passagens que eu atravesso.

 

A ação em experimentar não me aproxima de ser espontaneísta, dedico-me constantemente a pesquisas, práticas, escritas. Essa dedicação me faz permanecer próxima de temas distintos, porém me recuso a passar superficialmente pelos ambientes de aprendizado, faço daquele ambiente, durante certo tempo, um lugar para mim. Busco meus mestres de modo distinto de uma norma acadêmica, são profissionais sérios, pesquisadores independentes que desenvolvem seus caminhos, muitas vezes, sem o vínculo acadêmico, nem melhor e nem pior que aqueles vinculados às universidades, apenas distintos.  Em minha experiência pessoal, tenho observado que garantir um “lugar ao sol”, sem o aval do meio acadêmico, depende, e muito, das minhas várias e diversas ações e, claro, de aprendizados constantes. Não se trata de criticar, é um fato. É importante compreender que há formas distintas de se relacionar com a pesquisa e a sistematização dos conteúdos teórico-práticos desenvolvidos simultaneamente à experiência profissional.    

 

A partir desse modelo de envolvimento comigo, com o aprendizado e os mestres, deixo de estar solitária e passo a entender que faço parte de um grupo de profissionais que apostam na, que hoje sei, cultura da transdisciplinaridade. Reconheço também a riqueza do pensamento complexo e, vagarosamente, me desafio na convivência experimentada e na apreciação da diferença, dentro e fora de mim.

 

A idealização do Método Corpo Intenção (MCI) e da Técnica de Alfabetização Corporal (TAC), fundamentos do terapeuta Alfacorporal exige, continuamente, uma dinâmica de orientação multidimensional. Para acompanhar essa dinâmica sem me perder em desvios, aposto na cultura transdisciplinar, para a qual “Rigor, abertura e tolerância são os três traços fundamentais da atitude transdisciplinar”. (Nicolescu, 1999, p. 129)

 

Fale comigo. Bem-vindo (a)!!

 Corpo Intenção Fisioterapia RE-8747-SP

Rua Sergipe, 441, cj.82 - Higienópolis - 01243.001 - São Paulo - SP

metodocorpointencao@gmail.com

Tel.:(11) 3663-5000

©2018 by Corpo Intenção. Proudly created by Paulo Thiago e Natalie Calderini